quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Vida começa aos 20

Dizem que a vida começa aos 40, mas eu discordo
ela começa realmente aos 20, onde você começa a por em prática
tudo aquilo que você aprendeu nos anos anteriores, seja com os pais, seja com os amigos, inimigos, nas alegrias e nas tristezas, mas não se esqueça que a vida é um eterno aprendizado, esteja sempre pronta pra novos desafios, não deixe que ninguém te diga o que você tem que fazer ou deixar de fazer, não deixe que a vida destrua todos os seus sonhos, uma pessoa sem sonhos é uma pessoa sem vida...
Não adicione o pessimismo em sua vida, se as coisas não acontecem no momento em que você quer, é porque Deus tem algo melhor pra você lá na frente...
Nunca deixe de lutar, mesmo que as pessoas tentem te convencer do contrário, pois quem acredita sempre alcança como diria um poeta por aí, é e ele também diria que a paciência é uma virtude, nem tudo pode ser conquistado do dia pra noite, é preciso trabalho e esforço para quando chegar o momento certo, colher os frutos de seu duro trabalho...enfim uma vida nova começa pra você, novas responsabilidades, novos compromissos, novas alegrias e novas batalhas, mas não esqueça de levar sua principal arma, que é o seu sorriso, que cativa a todos até seus inimigos(mesmo que eles não assumam abertamente...enfim).
Na vida você tem que estar preparado pra tudo, seja as coisas boas ou as coisas ruins, não espere nada cair do céu
lute e seja merecedor de cada conquista, seja uma grande conquista ou até pequenina, a felicidade não está somente em grandes realizações, mas também em pequenas conquistas dia a dia, tudo a seu tempo...

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Uma História Corinthiana

O menino de 6 anos chegou em casa e perguntou:
- Pai, para que time eu torço?
O pai imediatamente detectou o problema. Não ligava muito para futebol, nunca tinha conversado com o filho sobre o assunto. Percebeu que o menino tinha chegado a uma idade em que é obrigatório ser torcedor. Decidiu que se esforçaria para reparar o erro.
Prometeu ao filho que o levaria a jogos de todos os clubes grandes de São Paulo, para que o garoto tivesse todas as oportunidades para escolher seu time do coração. Fez a devida lição de casa. Aprendeu os fatos, os nomes, os momentos e lugares importantes na História de cada clube.
A primeira visita foi ao Morumbi, numa tarde de jogo do São Paulo. Chegaram cedo, passaram no Memorial, viram os troféus da Copa Libertadores, da Copa Intercontinental.
- Filho, o São Paulo é o mais bem sucedido clube brasileiro no cenário internacional. Ganhou a Libertadores 3 vezes, foi a Tóquio duas vezes para conquistar a Copa Intercontinental, também tem um Mundial de Clubes da Fifa. Além disso, foi o primeiro clube da cidade a ter o seu Centro de Treinamento. E claro, é o dono desse estádio, o Morumbi, o maior de São Paulo.
O jogo foi ótimo, o São Paulo venceu, o menino ficou impressionado com o tamanho do Morumbi.
- E aí, quer comprar uma camisa? – perguntou o pai.
- Ainda faltam três times, né? Prefiro esperar.
A segunda visita foi ao Palestra Itália. Passearam pela sede do clube. Viram os bustos de Ademir da Guia, de Junqueira, de Waldemar Fiúme. Também conheceram a sala de troféus. Sentaram-se nas numeradas do estádio do Palmeiras.
- Filho, esse time é diferente dos outros, por causa da conexão com a origem dos torcedores. O Palmeiras tem uma ligação sanguínea com a Itália, se chamava Palestra Itália. Claro, ninguém precisa ser italiano para torcer pelo Palmeiras, mas é bonito ver essa relação familiar com o time. Os palmeirenses são apaixonados por essa camisa. Grandes craques passaram por aqui ao longo dos tempos. Tanto que o time tem o apelido de “Academia”. – contou o pai. 
O Palmeiras ganhou, o menino vibrou. Gostou do ambiente no Palestra, da proximidade do gramado.
- Vamos comprar a camisa? – o pai perguntou.
- Mas ainda faltam dois times…
Próxima parada, Vila Belmiro. No carro, indo para Santos, o pai começou a falar sobre as glórias do time.
- Meu filho, esse time que você vai conhecer hoje é um patrimônio do futebol. É o time em que jogou o Pelé, o maior jogador da História. Teve o melhor time de todos os tempos, no começo da década de 60, quando não havia adversário neste planeta que pudesse vencê-lo. Você vai ver a quantidade de taças que eles têm.
Visitaram o Memorial das Conquistas e sua impressionante coleção de troféus. As fotos do timaço que conqusitou o mundo duas vezes, do Rei Pelé e de tantos e tantos jogadores lendários.
O Santos ganhou o jogo, o menino ficou empolgado. Na Vila, dá para ficar ainda mais perto do campo.
Na saída, a mesma pergunta.
- Vamos comprar a camisa?
- Calma pai, ainda tem um jogo para a gente ir, não tem?

E foram ao Pacaembu, num domingo à tarde. Não conseguiram sair cedo de casa, estavam um pouco atrasados. O pai foi falando sobre o Corinthians no carro.
- Filho, estamos indo ao Pacaembu, mas o Pacaembu não é o estádio do Corinthians. É da prefeitura, porque o Corinthians não possui um estádio próprio. Mas a torcida se sente muito bem lá. Outra coisa: o Corinthians é o único time de São Paulo que ainda não ganhou a Copa Libertadores. Mas tem um detalhe interessante: é a maior torcida de São Paulo, e a segunda maior do Brasil. É uma torcida tão apaixonada que é chamada de “Fiel”.
Por causa do atraso, pai e filho entraram no Pacaembu pelo portão principal, quase na hora em que o Corinthians subiu ao gramado. Sentaram-se nas numeradas, e logo tiveram de se levantar, porque o time foi para o campo.
De repente, o pai percebeu algo assustador. O menino estava chorando.
- O que aconteceu, meu filho?
- Não sei, pai.
- Por que você está chorando?
- Não sei…
- Quer ir embora?
- Não, quero ficar.
O jogo estava para começar quando o menino pegou o braço do pai.
- Pai, quero uma camisa.
- Como assim?
- Escolhi, pai.
- Mas o jogo ainda nem começou…
- Não importa.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Resposta da Nação Corintiana

Um time, para se dizer grande, precisa manter uma regularidade de títulos, aumento de torcida e, nos dias de hoje, gerar receita de marketing, Tv etc. O Santos ficou mais de 45 anos para ganhar uma outra Libertadores, título que eles consideram até mais importante do que a história do próprio clube. Nesse período, a evolução de sua torcida em números não passou dos 4% e, as receitas de markting estavam praticamente falidas. O Santos, então, passou a ser esquecido entre os grandes clubes do mundo. Ou melhor, só era lembrado graças ao Rei do Futebol.

Notando que a imagem do clube estava esquecida, em meados dos anos 90 houve uma junção ainda mais forte de marketing entre Pelé e o clube, onde jogos da Copa Conmebol e Mercosul eram anunciados com "chamadinhas" do Rei do Futebol, fazendo ainda mais a ligação do clube ao seu incrível jogador. Enquanto isso, o Corinthians sobrevivia de suas próprias pernas e, sua torcida já havia evoluido, em cerca de 30 anos, mais de 27%. Imprensa, Marketing e grandes empresas notaram que o Corinthians seria o grande trunfo brasileiro, o mercado a ser explorado e, não pensaram 2x: investiram em patrocínios, direitos em transmissões de jogos e uma série de outras ferramentas.

O Corinthians, mesmo sem ter a Libertadores da América, é o clube que gira maior capital financeiro da América do Sul e possui o maior patrocínio. Sem contar que sua cota de transmissões em Tv aberta e fechada é negociado com valores diferenciados que, por exemplo, são maiores 35% em relação à Santos e Palmeiras. Mesmo sem ter a Libertadores da América, quando foi rebaixado em 2007, aquele fatídico jogo contra o Grêmio gerou mais de 25 licenças de transmissão para outros países. E, desses 25%, cerca de 14% não eram transmissões fechadas.



O jogo foi transmitido para mais de 45 países, em tempo real, com mais importância do que o jogo do próprio Campeão Brasileiro, que ocorria no mesmo horário.
Ao ser (infelizmente) rebaixado, o Corinthians foi noticiado em 99% dos sites esportivos com destaque. E, o que mais chamou atenção foi o "The New York Times", que trazia a Manchete: "Futebol brasileiro perde sua maior força: Corinthians é rebaixado". Já na Série B, a cota de transmissões fechadas para o exterior, de jogos do Corinthians, aumentou 6,3% e, surpreendentemente, quando retornou à Série A, voltou logo com o maior patrocínio entre os clubes da divisão.

Ronaldo chegou para agregar sua imagem a uma já construída imagem de grande valor, a do Corinthians, que foi construída sem a necessidade da participação do Pelé. Isso tudo sem a Libertadores da América. O Corinthians, naquele momento, não precisaria do Ronaldo para se reerguer, pois ele nunca havia perdido sua força, mesmo com o rebaixamento. Mas, juntar a sua imagem a identidade de Ronaldo foi a melhor receita possível.

Como qualquer outro clube do mundo faria para sobreviver, já que nenhum clube brasileiro conseguiria sobreviver sem sustos se não fossem os patrocinadores etc. Mesmo sem a Libertadores da América, o Corinthians é considerado SIM um dos principais clubes do futebol nacional, mostrando claramente que sua grandeza não necessita ser medida através de títulos. Vocês, santistas, dizem que o Corinthians é time pequeno por não ter conquistado a Libertadores. Mas, se analisarmos friamente toda a história de ambos os clubes, nosso saldo ainda é positivo, mesmo vocês à nossa frente com 3 Libertadores, o que não os julga grandes por muito tempo.



Hoje vocês são a principal potência do futebol brasileiro, mas não são o principal clube. Existe diferença. E, se não mantiverem uma sequencia de títulos e não se valorizarem em termos de patrocinadores e imagens, o Pelé não poderá vos ajudar novamente.

Libertadores não é tudo.

O Independiente (ARG) é um dos maiores vencedores do torneio. Mas, quem se lembra dele mundialmente? Peço perdão aos santistas mas, o Corinthians não precisa desse torneio para ser um grande do futebol nacional. Nossa imagem está ligada a ela mesma, e não a uma taça. Isso é para as mentes menos evoluídas.
Somos grandes porque existimos, diferente de vocês, que existem para serem grandes, o que não os classifica como tals.

(FIM). 


FONTE: Jeferson Marques. ( http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=1171421301868894800 )